Queria correr sobre a mais verde colina, saltar atrás de borboletas. Sentar-me a sentir o vento na cara, olhar para tudo o que me rodeia, deitar-me a olhar para o céu. Sentir a paz.
Logo que me cansasse queria mergulhar nas águas límpidas de um rio, sentir os aromas da natureza, sentir o sol a beijar-me a pele. Apreciar os sons que a serenidade nos oferece, seria um dos melhores complementos para o momento. As horas passariam e eu ficaria a ver as estrelas aparecerem no céu de cetim, a lua a chamar o sol. Então, saltaria pelas ervas frescas e verdejantes, acariciadas pelo orvalho.
Ao colher uma flor, deslumbrar-me-ia com duas gotinhas de orvalho cintilante que mais tarde descubriria serem o brilho dos teus olhos.
Subitamente descobriria a resposta tão procurada para o meu dilema: tu. É a única forma de ser eu mesma.
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