De repente, leva-nos uma amiga, digo bem amiga, pois não é por não falar ou ter quatro patas que o deixa de ser. Foi talvez uma melhor amiga, uma melhor companheira de vida do que qualquer ser humano seria. Apesar de ser de uma outra espécie, ouvia pacificamente tudo o que a "dona" lhe contava, suportava todas as pequenas malandrices que os "donos" fazem aos seus "animais", era amada e sobretudo (apesar de dizerem que é impossível) amava quem estava com ela à tanto tempo.
Estou certa que recebia todo o amor existente na "dona" e que partiu feliz por ter tido a oportunidade de partilhar os seus 12 anos de vida ao lado de alguém maravilhoso (e sim, ela saberia disso).
Deixou este mundo, deixou saudade e dor, mas certamente que contribuiu com uma grande felicidade na vida de alguém.
À homenagem de Big e de Raquelita.

Sem comentários:
Enviar um comentário