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quarta-feira, 31 de agosto de 2011

;Até já

Tenho saudades do que era contigo, de quem me fazias ser.
 Tenho saudades sobretudo de quem eras. Mudaste tanto... fizeste-me pensar que por vezes a mudança é assustadora (mas não necessariamente negativa). No teu caso, foi. E doeu-me.
Deixei-te da maneira mais dolorosa para mim, não me deste nem uma palavra. As lágrimas que chorei longe de ti não mostraram nem uma pequena parte da dor que estava em mim. Teria morrido se te visse chorar, uma lágrima tua era uma facada em mim.
De cada vez que disse que te amava, mentia. Mentia porque nunca puderia dizer o que sentia por ti. Nunca.
Se hoje te dissesse que te amo, diria a verdade. Mas não te amo da mesma forma, amo-te da forma de quem ama um grande amor nunca esquecido, mas já frio. Isso não irá mudar. Se pudesses atravessar a minha mente verias tudo isto.
Se algum dia o destino decidir reavivar a nossa história, que o faça. Mas que não te afaste de mim de novo. Isso não. Seria a minha morte interior mais sangrenta.
Para ti guardo um até já e um amo-te.

sábado, 27 de agosto de 2011

Post do Rafael: os anos passam...as ideias mudam...

Quando era pequeno julgava ser feliz com o brinquedo que teria visto na televisão, que loucura, era deslumbrante vê-lo na montra do centro comercial… parecia algo sobrenatural…um dia, numa comemoração festiva ganhei-o, fiquei tão contente, aquele brinquedo seria o meu preferido…como todas as crianças, fiquei dias e dias a brincar com ele, criei mil e uma histórias possíveis e impossíveis…mas deixou de ser interessante, era um objecto, não passava daquilo e eu estava a crescer, o brinquedo que um dia tanto desejei ficou guardado numa gaveta esquecido… afinal a minha felicidade não foi tão duradoura quanto pensaria…
Quantos mais brinquedos, aparelhos informáticos, entre outros desejei…maior foi  a tristeza que cresceu em mim. Pois nada disto me fez sentir a Felicidade Eterna, todas as tentativas foram falhadas…
Já na idade bela, a adolescência, comecei a pensar que a minha felicidade estaria nalguma pessoa…a ‘tal’ pessoa…conheci algumas pessoas…tive algumas paixonetas…mas faltava a ‘tal’ pessoa…o coração começou a delirar, a desesperar…estava cansado de procurar algo que parecia não existir…ESQUECER… esta foi a solução que encontrei, a solução que visava não criar falsas esperanças, não criar sofrimento num coração tão torturado…estava cansado… enquanto isso os outros rapazes da minha idade passavam por experiencias pelas quais eu…eu não sabia o que eram, não estava interessado…não tinha inveja, mas eu também queria, precisava…porque?! Porque aconteceu isto?! Seria assim tão difícil de encontrar a ‘tal’ pessoa?! Não parecia difícil, parecia impossível! Disse bem, parecia…o coração apesar de cansado, conheceu uma rapariga…ela tinha um brilhos nos olhos diferente…e neste momento acredito que ela me possibilite a Felicidade Eterna…Todos somos iguais, mas diferentes…essa diferenças fez aquilo que o íman faz ao metal, ATRAI-O…não acredito em Amor á primeira vista, mas algo nela atraiu-me desde que nos conhecemos…neste momento, é ela que me pôs finalmente um sorriso na cara, conseguiu mudar o motivo das minhas lágrimas…Simplesmente é PERFEITA!

Quando eu pensava que tudo estava perdido, uma pessoa fez-me mudar de opinião…criou felicidade em mim, dar sem esperar nada em troca nunca foi tão fácil como agora…
A minha (in)felicidade eterna foi encontrada nela…e a tua, onde foi?

Por: Rafael

Decisão

Apesar de o feedback em relação à minha proposta ser quase nula, decidi que vai mesmo passar a existir outra pessoa a postar no blog, YEY! \o/
Espero que gostem dos textos do Rafael e se possível, divulguem o blog.
Obrigada e boas leituras (;

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Aos seguidores

Queridos leitores, surgiu uma nova hipótese que gostaria de partilhar com vocês e saber a vossa opinião.
Este blog ainda não é muito movimentado (infelizmente), mas uma pessoa pediu-me para escrever também no blog. Essa pessoa (que por acaso é muito importante para mim) poderá enriquecer o blog, até porque, sendo do sexo oposto a sua forma de escrita difere.
Então meus amores, que acham?

;Peça de teatro

Estou tão perdida neste mar de sentimentos. Brincaste tanto comigo.
Queria-te responder mas mal o consegui. Sabes, eu amava-te. Digo bem, amava-te.
Nem deveria estar aqui, a escrever isto se nem isso mereces. Escrevo apenas as palavras que vou calando, as palavras que teimo em não deixar sair acompanhadas de lágrimas.
Quando olho para trás vi o quão burra fui em ter-te deixado entrar na minha vida de novo, mas não sabia...não podia adivinhar... foste um grande actor, sabes? E nesta peça de teatro meu caro, quem acaba mal não sou eu, acredita.
Sabes o meu sorriso? Não o vou apagar por tua causa, seria dar-te muito estatuto. Mas não penses que to voltarei a dar se agum dia o quiseres. Os olhares que te darei não terão saudade, apenas tristeza de saber que nem pessoa soubeste ser.
Acho que fico por aqui, o resto direi depois. Ah, sabes uma coisinha? Mas eu digo-te: as palavras feridas que escrevo irão sarar mas tu irás chorar lágrimas de sangue.

terça-feira, 23 de agosto de 2011

                                 I remember when you said: I'll never let you fly away :c

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

A terra da Alma

-É assim tão longe a terra de que falas?
-É, é muito longe. Fica tão longe que poucos tentam alcançá-la, muitos até, dizem que não existe, que é apenas fruto da imaginação.
-E não é? É real? -perguntava o  loiro rapazinho de olhos abertos de admiração- Avô, diz a verdade por favor!
-Meu querido, existe sim. Para alcançares essa terra deves ser sempre uma pessoa correcta. Depois, deves ter paz de espiríto e bondade em abundância. No final, basta apenas sentares-te e olhares para dentro de ti.
-Avô!!! Descobri onde fica a terra que me falas! A sua entrada é o brilho dos meus olhos não é?

sábado, 6 de agosto de 2011

; A minha viagem

Há algo de que preciso acima de tudo: encontrar-me. Para me encontrar preciso de fugir, fugir do mundo. Ter-me a mim e só a mim, nada mais.
Preciso de ouvir o bater do coração, de apurar os sentidos, saber que existo e estou viva, que o sangue me corre quente nas veias, que não sou de pedra. Que se a minha fraqueza é indigna, é também humana, que se existe fraqueza existe também uma força em mim.
Quero reencontrar-me, encontrar todas as respostas que se escondem em mim, compreender os meus medos e hesitações.
Quero chorar, quero rir, quero ficar, quero ir, quero sobretudo fugir para o meu coração.
Guardo quem amo na memória para não fazer o coração chorar de saudade, ouço o piano que existe em cada pequena ave, ouço os sábios conselhos que cada sinal da Natureza me dão.
Preciso de apanhar o comboio da vida. Morro e renasço permanente; sou uma fénix. Até ao final da viagem, o meu destino.

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

;Saudade

Fui ao dicionário ver a definição de saudade. Encontrei uma definição frívola, seca, banal.
Como se a saudade se explicasse assim de forma tão simples! É um insulto ao sentimento.
Ambos sabemos como é, e doí. Doí tanto. É uma dor esmagadora, solta-nos as lágrimas, preenche-nos o pensamento, esvazia o nosso interior, cria um nó na nossa garganta. Ansiamos pelo reencontro, mas o relógio e o tempo parecem troçar de nós, como se se tivessem transformado em pedra.
Vemos em tudo uma recordação do outro.
Uma gota de água à luz do sol é o brilho dos teus olhos, o calor do sol é o calor dum abraço teu.
Que crueldade não te poder ao menos ver. O mundo insiste em torturar-nos; apenas a ideia dum reencontro ainda me aquece por dentro.